Programa de enfrentamento à violência contra a mulher da Polícia Militar do Rio de Janeiro atendeu 77.375 mulheres em cinco anos de atuação.
A Patrulha Maria da Penha — Guardiões da Vida da Polícia Militar do Rio de Janeiro celebra cinco anos de existência com resultados expressivos.
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Sem spam. Só informação que importa.Desde seu lançamento em 5 de agosto de 2019, o programa realizou 264.086 atendimentos a mulheres em situação de violência em todo o estado.
Neste período, 77.375 mulheres foram atendidas, muitas delas mais de uma vez, com 63.810 inseridas no programa para acompanhamento regular.
Comparado ao ano anterior, houve um aumento de 23,43% no número de mulheres atendidas.
As 47 equipes especializadas do programa efetuaram 692 prisões, majoritariamente em flagrante por descumprimento de medidas protetivas. Mais de 60% dessas prisões ocorreram na região da Grande Niterói e municípios do interior.
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O secretário da SEPM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, enfatizou a importância estratégica do programa, lembrando que mais de 10% das ocorrências atendidas via Central 190 estão relacionadas à violência contra a mulher.
O programa conta com 189 policiais militares voluntários, sendo 49,45% mulheres. Além disso, há 479 policiais capacitados para esse atendimento especializado.
O levantamento realizado pela Coordenadoria de Assuntos Estratégicos (CAEs) da SEPM revelou dados sobre o perfil étnico e etário das mulheres assistidas.
A Patrulha Maria da Penha também realiza ações sociais e palestras de conscientização, tendo registrado um aumento significativo nessas atividades no último ano.
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O programa é parte de uma rede mais ampla de atendimento às mulheres vítimas de violência, que inclui DEAMs, Centros Especializados, o Programa Acolhe, e unidades de saúde capacitadas.

