Os alvos da operação são membros de uma organização criminosa que atua na comercialização de cigarros e exploração de jogos de azar.
Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) deflagraram, nesta quinta-feira (08/08), a “Operação Malefactores”, com o objetivo de cumprir um mandado de prisão e 41 de busca e apreensão contra um grupo criminoso envolvido em diversos assassinatos na capital fluminense.
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Sem spam. Só informação que importa.O principal alvo da operação foi preso, acusado de vigiar e monitorar Antônio Gaspaziane Mesquita Chaves, morto em 9 de junho deste ano em Vila Isabel.
As investigações revelaram que o suspeito seguiu a vítima de motocicleta no dia do crime, repassando informações para os executores.
Antônio foi morto por supostamente desviar dinheiro de máquinas caça-níqueis de seus bares, que pertenciam ao grupo criminoso que domina a região.
Além do principal alvo, dois policiais militares e um militar da Marinha foram presos em flagrante durante a operação, com armas e munições ilegais apreendidas.
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Equipes da DHC, DHBF, DHNSG e Corregedoria da PM também participaram da ação, cumprindo mandados relacionados aos homicídios de Marco Antônio Figueiredo Martins (“Marquinho Catiri”) e Alexsandro José da Silva, em novembro de 2022, em Del Castilho.
Os acusados são membros de uma organização criminosa que atua na comercialização de cigarros e exploração de jogos de azar.
Durante as investigações, a polícia descobriu que o grupo monitorava uma possível vítima na Barra da Tijuca, que teria sido alvo da “Operação Fim da Linha” da Polícia Federal em 2022.
Três suspeitos foram identificados, incluindo o homem preso nesta quinta-feira. Os outros dois foram presos recentemente por envolvimento no homicídio do advogado Rodrigo Marinho Crespo, ocorrido em fevereiro deste ano, no Centro do Rio.

